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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Jornal vaticano: Publicidade do aborto e da eutanásia manipula a ansiedade e o medo das pessoas


ROMA, 19 Jun. 11 (ACI) .- O jornal vaticano L'Osservatore Romano denuncia como a propaganda do aborto e da eutanásia manipula e alenta nas pessoas a ansiedade e o medo próprios da sociedade atual, para gerar uma mudança cultural que banalize a morte através de um processo de recomposição mental.

Em um artigo de sua edição para este domingo 19 de junho escrito pelo especialista em bioética e em neonatologia italiano, Dr. Carlo Bellieni, titulado "Como se vende a morte", o perito adverte que "a comunicação intervém sempre com força para influenciar no modo em que percebemos nossa saúde e julgamos complexos assuntos bioéticos como o aborto e a eutanásia".

Utilizando um recente artigo publicado no American Journal of Public Health, o perito explica o conceito do "mercado das doenças", bastante conhecido no campo da medicina:

"Para vender fármacos se inventam do nada patologias ou se tratam como tais características humanas como, por exemplo, a timidez ou a menopausa". Este objetivo segue ademais uma clara estratégia que tem início ao "ampliar os dados para logo criar um sentido de pânico".

"Passa-se logo aos testemunhos que são de dois tipos: primeiro os casos quase 'milagrosos' do fármaco em questão, e logo os peritos que juram sobre a bondade do fármaco. Este fenômeno –prossegue– está em auge, sobretudo nos países onde para comprar os fármacos não sempre é necessária a receita médica, e isto é inquietante porque gera uma relação mercantilista entre o cidadão, a enfermidade e o médico".

Este procedimento publicitário, diz o Dr. Bellieni, aplica-se atualmente para introduzir novos critérios morais nas campanhas que promovem o aborto e a eutanásia.

Por exemplo, assegura, "o ingresso dos fármacos abortivos no mercado chega com uma propaganda incessante que os mostra como essenciais e condena aqueles que se opõem a eles como causadores dos sofrimentos das mulheres".

Entretanto, prossegue o perito médico italiano, vários estudos mostram que o aborto induzido por fármacos "é menos 'aceito' pelas mulheres e mais doloroso que o método cirúrgico. A isso também se somam vários casos de mortes como o da filha do Didier Sicard, então presidente do Comitê de bioética francês (em 2006)".

Sobre a campanha publicitária a favor da eutanásia, o Dr. Bellieni afirma que os seus promotores "buscam testemunhos famosos e casos lamentáveis, induzindo na população a ansiedade pela possibilidade de encontrar-se amanhã em coma, entubados, em vida contra os próprios interesses".

O perito precisa logo que as campanhas a favor da pílula abortiva e o suicídio assistido "na realidade procuram vender uma opção cultural sobre a morte. A primeira quer fazer ver a morte como algo banal, como tomar um copo de água (que efetivamente no imaginário acompanha o fato de tomar uma pílula), enquanto que a segunda busca 'dirigi-la', na ilusão de provocá-la subitamente cancelando assim o fato de ter que vê-la".

"Desta forma ambas escondem o engano de não ver a morte de frente e de chamá-la com outro nome, em uma operação psicologicamente perigosíssima de remoção mental", adverte o médico especialista.

Para o Dr Bellieni, aqueles que geram estas campanhas manipulam a ansiedade das pessoas e a alimentam, dado que esta é uma característica fundamental da sociedade pós-moderna onde acontecem "inumeráveis anúncios de improváveis catástrofes apocalípticas aonde o medo, o anseio de controle para não ir ao encontro de imprevistos superou o desejo de projetar o futuro".

"Tanto é certo que esta é a primeira geração que foi descrita como caracterizada pela perda de ideais, e na qual, como cantava Bob Dylan no Masters of Wars se produz 'o pior de todos os medos, o de trazer filhos ao mundo'".

Com a publicidade e os meios exaltando a opção pela morte com o aborto e a eutanásia, afirma o perito, "querem fazer-nos esquecer que a depressão, a solidão e as dificuldades podem ser superadas e com freqüência vencidas. E nos fazem assimilar necessidades e comportamentos induzidos, bem distantes das necessidades reais e das respostas que as pessoas necessitam".

Ao final de contas, conclui, criam-se "necessidades que nem nós mesmos compreendemos". 

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

E agora, será que finalmente alcançamos o fundo do poço?

Boa tarde a todos irmãos e irmãs combatentes,

"Eu te conjuro em presença de Deus e de Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, por sua aparição e por seu Reino: prega a palavra, insiste oportuna e importunamente, repreende, ameaça, exorta com toda paciência e empenho de instruir.Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas."
(II Tim 4,1-4)
 Acabo de finalmente assistir no youtube um vídeo sobre o qual muitos já haviam me dito existir, e que, enqaunto cristãos causava-lhes espanto e indignação. O sentimento pelo qual fui tomado é o mesmo destes irmãos que me precederam nesta experiência, muitos deles de orientação protestante, e em mim brotou esta pergunta, que motiva este artigo.


Estou me referindo ao vídeo do senhor Edir Macedo (com todo respeito não me referirei a este cidadão como "bispo") , fundador da IURD, em que explicitamente assume sua postuta pró-abortista. Para tal utiliza-se de uma, eu disse uma citação, e como é de praxe descontextualizada. (Só para registrar, a Bíblia como um todo tem 35.527 versículos, e ele só precisou de um para institucionalizar em seu coração e de seus "fiéis" a pena de morte aos nascituros)


Alguns aspectos saltam aos nossos olhos, além deste, pois para o Sr. Edir, o mais importante não é a fé, mas a lógica, a razão.




"Mas o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, pois para ele são loucuras. Nem as pode compreender, porque é pelo Espírito que se devem ponderar."
                                                                                                                                           (I Cor 2,14)
Ora, como cristãos, devemos nos manter firmes na crença de que não somos deste mundo (Jo 17,16) e desta forma, não é a sua lógica, nem o seu regozijo que buscamos, e sim permanecermos fiéis a aquilo que nosso Mestre e Senhor nos ordenou. (Jo 15,04) 


A nossa lógica é a loucura do amor aos inimigos, é orar por aqueles que nos amaldiçoam, é dividir com quem não pode nos oferecer nada em troca, é fazer de nosso maior mandamento o amor. O nosso sim a Deus, não está condicionado a receber as "bençãos" que queremos, na hora em que desejamos, mas como filhos de Maria, assumir-mos a condição de escravos do Senhor, e olhando para a Divina Providência, também nós, livremente como fomos criados oferecer a Deus o nosso sim.


Seguimos a Jesus Cristo, que multiplicou os pães, ressuscitou  mortos, transformou água em vinho, curou leprosos, cegos, coxos e principalmente venceu toda espécie de morte, nos garantindo a Vida Eterna. Mas o fez pelo caminho cruento da cruz, e assim nos convidou a fazer: "Em seguida, dirigiu-se a todos: Se alguém quer vir após mim, renegue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me." (Lc 9,23) E mais ainda:
"E quem não carrega a sua cruz e me segue, não pode ser meu discípulo." (Luc 14,27)


Ao assistir a este vídeo, é impossível não me fazer esta pergunta: E agora, será que finalmente chegamos ao fundo do poço, na IURD? Pois assim nos disse o Senhor:


"Assim é a vontade de vosso Pai celeste, que não se perca um só destes pequeninos." Mt 18,14


"Responderá o Rei: - Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes." Mt 25,40


"Melhor lhe seria que se lhe atasse em volta do pescoço uma pedra de moinho e que fosse lançado ao mar, do que levar para o mal a um só destes pequeninos. Tomai cuidado de vós mesmos." Lc 17,2




E agora, a quem seguiremos, ao Bom Pastor ou ao "pastor"? 


"E dizia: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!" Mc 4,9


Unidos em Cristo e na sua Igreja,


Christian Moreira.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Nota de Agradecimento!

Bom Dia Irmãos e Irmãs combatentes!

De forma muito particular quero destinar o espaço de meu comentário de hoje a todos os irmãos e irmãs que se fizeram presentes em nosso encontro semanal, em nosso grupo de oração de ontem. Estamos em vias de concluir o nosso atual ciclo temático sobre as 7 ordens de Jesus.

Ontem, enquanto concluíamos o tema sobre a 6ª ordem: "Orai e vigiai...", fui surpreendido por uma gesto de carinho, amor e retribuição por parte dos membros do grupo, com um momento de vida fraterna motivado pelo meu aniversário natalício, que se deu em 13/11.

Quero dizer a todos que fiquei muito comovido pelo cuidado no momento que foi preparado, pelos presentes recebidos - um verdadeiro mimo dos irmãos - mas sobretudo pelos olhares sinceros de amor, gratidão e união de corações em torno de uma verdade maior: DEUS.

Marchemos juntos irmãos em direção a nossa pátria definitiva, em meio a toda a transitoriedade deste mundo. Que Deus nos confirme em nossa fé e em nossa vocação à santidade.

Que Deus abençõe a todos!

Unidos em Cristo e na sua Igreja,


Christian Moreira