quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O poder da validação - Insegurança psicológica é o problema humano número 1.

Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super-confiantes simplesmente disfarçam melhor.
Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho. Afinal, ninguém é de ferro.
Paulo Autran tremia nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça que já tenha sido encenada 500 vezes.
Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator se relaxa e parte tranqüilo para o resto do espetáculo.
Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada novo artigo que escrevo, e corro desesperado para ver os comentários que chegam.

Insegurança psicológica é o problema humano número 1.

O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva.
Mas como reduzir esta insegurança?
Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera.
Segurança depende de um processo que chamo de "validação", embora para os estatísticos o significado seja outro.

Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos.
 Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.
Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente.
Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema.
 Ninguém pode autovalidar-se, por definição.
Você sempre será um ninguém, a não ser que outros o validem como alguém.
Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: "Você tem significado para mim".
Validaré o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: "Gosto de você pelo que você é".

Quem cunhou a frase "Por trás de um grande homem existe uma grande mulher" (e vice-versa) provavelmente estava pensando nesse poder de validaçãoque só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar.
Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a nossa própria insegurança, que não temos tempo para sair validando os outros.

Estamos tão preocupados em mostrar que somos o "máximo", que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o "máximo" são eles.
Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos.
Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser.
Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se, ou dominar os outros em busca de poder.
Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são, e não pelo que gostaríamos que fossem.
Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos.

Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um "valeu, cara, valeu".
Você já validou alguém hoje? Então comece já, por mais inseguro que você esteja.

Artigo publicado na Revista Veja, edição 1705, ano 34, nº 24, 20 de junho de 2001, pág.22
Stephen Kanitz
http://blog.kanitz.com.br

terça-feira, 8 de novembro de 2011

A Necessidade da Igreja Católica


A alma humana é sedenta de um bem absoluto. Um bem que não pode ser tirado, um bem que não é perecível, um bem já adquirido. Por isto nada do que é material satisfaz o homem.

O homem tem sede de infinito. Um ser finito ter sede do infinito é como uma formiga desejar beber todo o oceano. Uma formiga por sua natureza não deseja beber toda a água do oceano. Somente os animais, os insetos, os vermes é que se contentam com a matéria. Isto mostra que o homem vive para alcançar um objetivo sobrenatural.
O homem possui duas faculdades principais, que são a inteligência e a vontade.

Inteligência sedenta da Verdade Plena
Falemos primeiro da inteligência: qual é o objetivo da inteligência? Seu objetivo é conhecer.
O homem durante anos e até mesmo séculos estudou profundamente. Seus estudos abrangram deste o átomo até os astros do universo. Mas, mesmo depois disto tudo ele ainda continua insaciado. Ele não pode parar, pois, pará-lo antes de atingir o infinito é frustrá-lo.
A inteligência tem sede de luz infinita, de certeza plena, embora seja finita e limitada. Por isto, a única coisa que pode saciar a inteligência humana é a Verdade. Deus o criou para conhecê-la.
A inteligência humana tem sede de verdades eternas, imutáveis. Possui sede de princípios sólidos e constantes. E somente a Verdade é imutável, eterna, sólida e constante; e a Verdade é Deus. Por isto é que a fé, e não a ciência, é que pode dar ao homem esse conhecimento pelo, absoluto, isento de dúvida.

Vontade sedenta do Amor Pleno
Lembrememo-nos da vontade, a outra faculdade básica do homem, que é a capacidade de querer, de amar. O objeto desta faculdade é o bem, o amor.
Enquanto a inteligência busca a certeza plena, a vontade busca a felicidade plena, absoluta, imperecível. Por isto, não se satisfaz com o bem relativo, passageiro, perecível. Estes bens podem até encantar, mas conquistados, mostram-se insuficientes para saciar a sede da vontade humana. Somente o amor, que dá a posse de Deus, Bem Pleno e Absoluto, pode satisfazer a vontade humana
Aquilo que é constante faz parte da natureza. Ao observarmos as formigas sempre trabalhando, dizemos que elas são trabalhadoras; ao observarmos os pássaros voando, dizemos que são voadores. Ao vermos as pessoas falando, dizemos que falar faz parte da natureza humana. O mesmo acontece com a religião, que é uma constante na história da humanidade, em todas as nações e em todas as épocas. Por isto, a sede de Deus faz parte da natureza humana. Negar o desejo de se alcançar Deus é agir contra a própria natureza do homem.
Assim como uma mulher que se utiliza de meios anticoncepcionais está agindo contra a natureza, o ateu ao negar a concepção de Deus em seu coração, também faz o mesmo.
Uma constante na natureza dos seres criados é desejo de se alimentar. Seria muito estranho que Deus nos tivesse criado com o desejo pelo alimento, sem nos dar meios de nos alimentar. Deus nos criou dependentes de algumas coisas; mas de coisas que existem, que estão ao nosso alcance. Da mesma forma não poderia ter criado o homem com sede Verdade e Felicidade Plenas, se elas não estivessem ao seu alcance.

O Alcance da Verdade Plena
Portanto, Deus oferece ao homem meios de alcançar o que por sua natureza tanto deseja. Mas embora por nossa limitação possamos alcançar as coisas que dependemos (alimentos, educação, moradia e etc), a inteligência humana não é capaz de conhecer sozinha a Verdade que está acima dela. Pode apenas vislumbrar siluetas da Verdade Absoluta, como fizeram os grandes pensadores pagãos.
Assim como um pai dá a seu filho um brinquedo desejado que não está a seu alcance, Deus dá ao homem o conhecimento da Verdade, através de Sua Revelação Divina. Esta Revelação Divina é transmitida por um meio oral e outro escrito. 
A Sagrada Escritura, por ser veículo da Revelação Divina por meio escrito, está sujeita a diversas e contraditórias interpretações. Embora Deus queira anunciar a Verdade também através dela, nela Sua Mensagem está envolvida em mistério, para que os infiéis não a profanem. Por isto, a Sagrada Escritura em si, não é suficiente para a posse da Verdade Absoluta e Plena.
Também a Tradição, veículo oral da Revelação Divina, também sozinha não pode levar ao homem o conhecimento da Verdade, pois com o passar do tempo, seu conteúdo poderia ser modificado como se fosse um telefone sem fio.
Portanto, não bastava a Deus Revelar a Verdade ao Homem, sem que lhe desse meios de manter a integridade de Sua Revelação e meios de transmití-la de forma correta.
Por isto, Ele deu ao homem um Magistério que lhe desse essas garantias. Este Magistério iniciou-se com os Judeus, sob a liderança de Moisés e em nossos dias é a Igreja Católica que o representa sob a liderança do Papa (1). Por isto a Igreja é necessária para que o homem tenha posse da Verdade, objeto da inteligência (2).

O Alcance do Amor Absoluto
Por suas limitações o homem não é capaz de alcançar e manter o Amor Absoluto (Sumo Bem), indispensável à sua vontade. Assim como um recipiente sujo compromete a pureza do líquido que armazena, o homem falho compromete a manutenção do Amor em sua plenitude.
Somente a Graça de Deus dá capacidade ao homem de encontrar e manter o Amor Pleno. Por este motivo é que os Sacramento da Igreja são necessários, pois eles são fontes da graça de Deus, que nos auxiliam na santificação. os sacramentos são ações visíveis de uma graça invisível. Por exemplo: o ato que o sacerdote faz ao aspergir água sobre a cabeça de uma criança, é o um ato visível que por detrás dele está a ação invisível do Espírito Santo na regeneração da criança.

Ao Encontro da Verdadeira Igreja
Por este motivo a Igreja é necessária, pois é através dela que temos o conhecimento da Verdade, que tanto nossa inteligência almeja. Por isto São Paulo escreveu a Timóteo: "A Igreja é a Coluna e o Fundamento da Verdade" (1Tm 3:15).
E também é através da Igreja que recebemos os Sacramentos, que nos auxiliam a alcançar e manter o Amor Pleno. Por isto a Igreja tem que ser visível para que o homem a encontre e tenha posse de Deus. Mas, a visibilidade da Igreja não está em seus prédios, mas sim, em sua estrutura hierárquia, instituída por Nosso Senhor Jesus Cristo. Fora deste edifício divinamente instituído, não há Igreja. Esta é a característica que Deus nos deu para sabermos se estamos na Igreja Verdadeira: a Igreja deve ter origem apostólica.
Possuir origem apostólica não é crer no que os apóstolos criam, mas sim ter sido gerada através da sucessão regular dos apóstolos, e manter a unidade com a hierarquia. Da mesma forma como não podemos dizer que uma criança é da família "Lima" sem ter sido gerada por esta família, não podemos afirmar que uma igreja é apostólica, sem ter sido gerada através da sucessão regular dos apóstolos e sem manter a unidade com a hierarquia da Igreja.
Notas
(1) LIMA, Alessandro. A Fé e a Autoridade da Igreja. Disponível emhttp://www.veritatis.com.br/apologetica/artigospapaprimado/675-a-fe-e-a-autoridade-da-igreja
POR ALESSANDRO LIMA
 

No mundo atual ainda se reza?







As preocupações do homem moderno parece que se deslocaram. Seu comportamento é de quem assumiu com as próprias mãos o destino de seus dias. Os humanos não contam mais com auxílio externo para ter sucesso nos seus negócios. Os seus planos, a sua inteligência, e a sua capacidade de trabalho são a chave da vitória de seus empreendimentos. A atual crise econômica mundial, no entanto, vem desmentir essas soberanas convicções.

O que acontece é que a grande motivação cristã da felicidade, na eternidade, foi puxada para baixo. As promessas de plenitude do nosso ser aterrissaram. Tudo o que de belo a fé nos garantia virou paraíso terrestre. 

O comunismo – que tinha alguns ideais muito interessantes - pecou por essa razão: seu olhar se baixou para o horizonte exclusivo desta vida. Por isso, nos dias atuais, a população quer cuidar do corpo, porque pretende viver sempre, precisa estudar sem parar para estar em condições de competir com qualquer contendor. O corpo deve ficar cada vez mais belo e perfeito; sente-se a necessidade de enriquecer para ter todo conforto possível; deve aprender a evitar conflitos desnecessários com o semelhante, pois a caminhada vai ser longa; a religião é proposta como garantia de prosperidade...neste mundo. Então, “comei, bebei, inebriai-vos” (Ct 5, 1). A oração toma contornos surreais; não é mais uma atividade necessária.

No entanto, o vazio da vida, que teima em nos incomodar, só o deixamos de sentir em comunicação com nosso Deus e amigo. "Por ti, ó Deus, suspira a minha alma" (Sl 42,1). Sem referência ao Eterno somos pássaros de uma asa só
Jesus, o orante por excelência, nos mostrou que a atitude de busca pelo Pai se deve expressar no louvor, na humilde adoração, na gratidão. "Oferecei a Deus sacrifícios de louvor” (Am 4,5). É certo que, nós como Seus filhos, temos direito de pedir resultados para os nossos trabalhos. Mas Jesus selecionou – como forte sugestão – quais os pedidos, aos quais devemos dar preferência: que venha o Reino, que tenhamos o Espírito Santo e que se faça a vontade do Pai Criador. 
Nada impede aos filhos acrescentar outras petições. O importante é nos aproximarmos desse Ser Amoroso, de cuja amizade depende a nossa realização..

“Jesus era um comunista”, o filme.


Quando os tempos estão difíceis, parece que a religião volta a ficar popular. Enquanto o mundo está em turbulência, com os mercados econômicos parecendo entrar em colapso e o meio-ambiente degradado, Jesus volta a ser o centro da atenção.
O premiado ator Matthew Modine já participou de filmes de sucesso no cinema e de séries televisivas. No momento ele está envolvido nas gravações do novo filme sobre Batman. Entre uma filmagem e outra, ele produziu um curta-metragem de 15 minutos que mostra o Filho de Deus como um líder socialista, oferecendo um argumento convincente em favor dos pobres.
Modine escolheu um título polêmico: “Jesus era um comunista”. Seu filme  oferece uma discussão das mensagens do Novo Testamento no contexto da pobreza, da poluição e da agitação política.
Selecionado para participar de vários festivais de cinema em todo o mundo, a discussão que o veterano ator propõe já está chamando atenção. O movimento político direitista Tea Party tem usado a Bíblia como seu “cabo eleitoral e justificativa para mudanças na política”. Sites cristãos como o Truth Vanguard já fizeram pesadas críticas ao curta metragem.
O filme de Modine parece ter um endereço certo. Algumas semanas atrás, o movimento “Ocupar Wall Street” iniciou um debate sobre a relação entre os mais ricos e os mais pobres da sociedade. Rapidamente iniciativas similares se espalharam por vários lugares do mundo.
Vários meios de comunicação compraram a iniciativa com o início do Cristianismo, quando a igualdade entre todos os homens ajudou a desfazer a estrutura social do antigo Império Romano. Imediatamente líderes religiosos e teólogos começaram a debater o tema. Enquanto alguns apoiaram a ideia dizendo que Jesus estaria ao lado dos que ocuparam Wall Street, outros criticaram veementemente, afirmando que a revolução que Jesus queria nada tinha a ver com distribuição de renda.
Embora o filme não tenha sido exibido comercialmente, o site do filme traz a seguinte mensagem: “Sua revolução implicava em uma mudança dramática na forma como as pessoas pensavam. O pensamento progressista e liberal de Jesus se espalhou por todo o Império dominante. Sem exército e sem armas, Ele levou as pessoas a uma nova direção e uma forma mais humana de pensar, com sua filosofia de amor e perdão. Estas são as ideias defendidas neste exato momento pelos protestos em Nova York e por milhares de norte-americano através dos Estados Unidos”.
Falando sobre o curta, Modine explica: “Embora o título seja propositadamente provocativo, é importante às pessoas entenderem que o filme não é um ataque a Jesus ou à fé cristã e nem mesmo uma apologia ao comunismo. Trata-se de um filme com uma mensagem muito positiva, de responsabilidade e de esperança”.
Durante uma entrevista, no lançamento do filme semana passada, Modine foi mais longe: “O movimento Ocupar Wall Street não tem uma só voz, um líder. Essa é uma extraordinária demonstração de liberdade civil e de democracia. Mas acho que se houvesse um homem barbudo, de pés descalços falando sobre paz, liberdade, amor e virasse a mesa dos especuladores de Wall Street acabou ele seria crucificado pela mídia. O prefeito exigiria sua prisão. [Alguns meios de comunicação] iria incitar o ódio contra ele e declará-lo uma ameaça para o capitalismo”.
Vindo de uma família muito religiosa, o diretor explica porque os ensinamentos de Jesus o motivaram: “Estou preocupado com os eventos que ocorrem em todo o mundo. A população chegou aos 7 bilhões. Existe muita fome no mundo. Há escassez de água potável. A poluição ameaça o meio-ambiente. Vemos os dos resíduos nucleares. Mudanças climáticas em todo o mundo… Há tanta confusão, culpa e falta de responsabilidade no mundo de hoje. Muitas guerras e assassinatos usam como justificativa o nome de Deus. Não foi isso o que Jesus ensinou”
Confira um trailer do filme que curiosamente inicia com a declaração do teólogo brasileiro Dom Elder Câmara “Se eu dou comida aos pobres, eles me chamam de santo. Se eu pergunto por que os pobres não têm comida, eles me chamam de comunista”.
Mais informações sobre o filme no site www.jesuswasacommiefilm.com

A sociedade dos perfeitos - Aqueles que exigem perfeição dos outros exigem algo que também não têm
























Na sociedade dos perfeitos, ser imperfeito está fora de moda. Ao ligarmos a televisão ou acessarmos a internet, encontramos protótipos de pessoas perfeitas. Seres humanos imperfeitos maquiados com aparência sagrada. Uma forte tendência dos tempos atuais é a exigência de que o outro seja perfeito. Esta marca de nossa época vem disfarçada com o nome de “falta de paciência”: “Não tenho paciência com as pessoas de minha família”, “Sou extremamente impaciente com meus colegas de trabalho”, “Meus pais não são do jeito que eu quero”... Frases como estas são mais comuns do que ousamos imaginar.

Exige-se a perfeição do outro a qualquer custo. Pessoas que se consideram perfeitas exigem que seus irmãos e irmãs também o sejam. Caso isso não ocorra, as brigas e decepções acontecem em níveis agressivos.

No tempo de Jesus não era diferente. Os fariseus, escribas e mestres da Lei, responsáveis pelo cuidado do templo e, consequentemente, pela formação religiosa do povo, consideravam-se perfeitos. Julgavam ter atingido um grau de plenitude tal que se achavam no direito de catalogar as impurezas do povo de acordo com normas e critérios religiosos que oprimiam o ser humano.

Jesus percebeu a hipocrisia contida nos gestos e atitudes destes pretensos perfeitos. Estes exigiam que os fiéis carregassem pesados fardos e cumprissem normas que beneficiavam apenas a eles próprios.

Aqueles que exigem perfeição dos outros se esquecem de que também são imperfeitos. Muitas vezes exigem algo que nem eles próprios conseguem cumprir. Ocupam, inconscientemente, o lugar de Deus. Tornam-se juízes: julgam, condenam e decretam a sentença. O outro, raras vezes, tem a chance de defesa, tendo em vista que, na maioria dos casos, o julgamento vem embrulhado em presentes perfeitos.

Quando falamos de imperfeição entramos em contato com nossas próprias imperfeições. Esbarramos em nossos próprios limites e falhas. Uma atitude farisaica descarta a imperfeição e se reconhece canonizado. Os grandes santos nunca se consideraram santos em vida. O que os tornou santos foi a humildade com que se revestiram. Reconciliados com sua própria humanidade, estes homens e mulheres que hoje são venerados nos altares, transformaram as imperfeições em degraus para a santidade. No pecado que estava impresso em seu DNA humano, eles se revestiram da força de Cristo. Viram no Mestre o caminho para a humildade, o serviço e a doação ao próximo.

Respeitar o processo de caminhada de cada pessoa é fundamental para quem deseja construir hoje seu caminho de santidade. Quem não aprendeu a respeitar as imperfeições do outro, dificilmente irá conhecer o caminho da humildade que o guiará à paz interior.

Jesus compreendia as imperfeições humanas. Ele sabia que a natureza que nos reveste precisava ser purificada não por rituais de exclusão, mas sim por rituais de inclusão. Cristo incluía no Seu amor os excluídos do amor dos outros.

Somente quem compreendeu que tão imperfeito quanto o outro é ele mesmo, descobriu o caminho para o amor e a santidade manifestada no cotidiano dos sentimentos.
Pe. Flávio Sobreiro
Vigário da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, Cambuí (MG)
Padre da Arquidiocese de Pouso Alegre(MG)
Bacharel em Filosofia pela PUCCAMP

Feminista faz topless no Vaticano pedindo “Liberdade para as mulheres”.


Terra
Uma feminista do movimento ucraniano Femen, cujas mulheres costumam se manifestar com os seios à mostra, conseguiu neste domingo se despir parcialmente na praça de São Pedro, no Vaticano, logo depois da oração do ngelus, constatou um fotógrafo da AFP.
Outras quatro feministas do Femen foram detidas pela polícia, mas antes de chegarem ao Vaticano. Estas mulheres queriam chamar a atenção para a sua causa no momento em que o papa Bento XVI pronunciava a tradicional oração dominical do ngelus na praça de São Pedro.
Uma das cinco jovens, uma loira alta vestida com uma calça jeans apertada e uma espécie de blusa transparente, conseguiu chegar até a praça e remover a parte de cima da vestimenta, surpreendendo fiéis e turistas. A jovem carregava um cartaz com o slogan “Freedom for women” (Liberdade para as mulheres), e o logotipo do Femen. Posteriormente, a polícia a retirou do local.
As outras quatro militantes foram detidas na avenida da Conciliazione, que conduz ao Vaticano, quando ainda estavam vestidas, e foram levadas em carros da polícia à delegacia mais próxima.


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E o meu direito, de ser cristão e de seguir aquilo que propõe minha fé, ninguém respeita? É a incoerência dos nossos dias... Exigir respeito, sem no entanto, respeitar.

Conheça a história do ex-produtor de filme pornô que se converteu a Cristo.


Donny Pauling, antes de se converter, era um produtor de sucesso da indústria pornográfica norte-americana.
Um dia, recebeu um convite da Revista Playboy para produzir um reality show com lésbicas, recebendo 4 mil dólares por dia.
Após sair da reunião onde havia acertado detalhes para a produção do reality show, Pauling fez uma oração agradecendo a Deus pelo seu novo contrato: “Eu estava como que falando com Deus: não importa o que eu faça, abençoa-me. Basicamente eu estava dizendo: ‘Obrigado pelo novo contrato pornográfico’”, contou o ex-produtor ao LifeSiteNews.
Segundo ele, após esse controverso episódio, ele sentiu-se “atingido por um raio de eletricidade” que o fez ter a certeza que era Deus falando com ele, “por maior loucura que isso pareça”, conta Pauling, que vinha participando de encontros promovidos pela Igreja XXX, que tem como objetivo, alcançar pessoas envolvidas com a indústria pornográfica e prostitutas.
Vários dias após ter tido essa experiência com Deus, ele decidiu se converter e abandonar a indústria pornográfica. “Estou assustado. Estou realmente assustado. Apavorado. Petrificado. Todas essas coisas. Sinto uma imensa sensação de alívio e felicidade pela primeira vez num LONGO, LONGO tempo”, escreveu na ocasião em seu blog pessoal.
A história de Pauling com a indústria pornográfica começou junto com a internet, quando o acesso à pornografia era mais fácil que nos dias atuais. Deslumbrado com essa facilidade, ele montou um escritório e começou a produzir filmes sem o conhecimento de sua esposa. Ele começou a ter casos extraconjugais, e quando resolveu confessar esses segredos à sua esposa, ela o abandonou. O divórcio o fez mergulhar ainda mais na indústria pornográfica, e com isso, começou a ganhar mais dinheiro.
A partir desse episódio até sua conversão, se passaram oito anos, em que ele conseguiu arrecadar milhões de dólares, participar de festas e ver centenas de pessoas se destruindo. Arrependido, conta que alguns episódios o fizeram acordar.
Pauling conta que além do vício na pornografia, o que o motivava a permanecer nessa vida era um sentimento de ódio que ele nutria pelo cristianismo. Esse sentimento surgiu na infância, pois seu pai, um Pastor pentecostal, o educou de forma austera. Segundo ele, sua impressão era de que Deus era só um conjunto de regras. Quando se encontrava com seus amigos cristãos, fazia questão de citar que era um produtor pornográfico: “Eu adorava lançar pornografia na cara deles”, conta Donny.
O ódio só começou a recuar quando Donny conheceu a igreja XXX, que pregava o evangelho de forma diferente.
“Em vez de ficarem do lado de fora protestando e segurando cartazes dizendo às pessoas que Deus estava enviando-as ao inferno onde queimariam em tormento, eles estavam dentro, armando estandes, fazendo maquilagem nas moças. E em vez de julgá-las, eles diziam a elas que elas eram belas e que Deus as amava, e que não havia nada que elas pudessem fazer que mudasse isso, e que Ele queria mais para elas”, relata. “Esse é o tipo de cristão que eu desejava ser, e o tipo de Jesus que eu gostaria de servir”, afirma Pauling.
“Desisti, e simplesmente me afastei”. Quando abandonou a indústria pornográfica, sua namorada o deixou para viver com um gerente da Playboy, e perdeu tudo o que tinha, pois precisava do dinheiro que ganhava para pagar suas dívidas. Mesmo assim, embora com dificuldades, ele persistiu em sua decisão.
Após superar as primeiras dificuldades, Donny se matriculou em um seminário, para estudar e se tornar um Pastor. Ele afirma que além do desejo de mudar de vida, ele precisava “reprogramar” seu cérebro. Lançou uma empresa de marketing pela internet e passou a viajar pelo mundo contando a realidade dos bastidores da indústria pornográfica.
Donny Pauling acredita que a abordagem que o tirou da pornografia deve ser usada para libertar outros viciados. “Penso que precisamos compreender que, embora o pecado realmente nos separe de Deus, Ele ainda nos ama. Não importa o que fazemos. O amor d’Ele não muda. Não é condicional”.
A libertação do vício é comparada por Donny com o momento que a criança começa a andar. “Só porque a criança cai frequentemente, não significa que o pai lhe diga que andar não é para ela. Deus, que nos ama muito, não está procurando uma razão para nos enviar ao Inferno. Ele está procurando todas as razões para nos levar até Ele. Por isso, apenas fique de pé de novo”, incentiva Donny Pauling.
Fonte: Gospel +

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Se vão retirar os crucifixos, deixem pelo menos os pregos.

Reafirmo meu pessimismo: mais cedo ou mais tarde, como vem ocorrendo com todas as teses provenientes desses segmentos ideológicos e políticos, os crucifixos serão arrancados das paredes. E o resíduo cultural cristão ainda persistente continuará cedendo lugar a um humanismo desumano, destituído de alma e avesso a Deus. Avesso ao Deus cuja proteção é invocada na Constituição. Não guardo ilusões. Quando se encontra com a omissão de muitos e a ingênua tolice de outros tantos, a malícia passa por cima e impõe o que pretende com quase nenhuma resistência.
Aparentemente é uma questão simples. Afinal, se o Estado é laico, os espaços públicos ou sob responsabilidade do Estado não deveriam ser isentos de qualquer religiosidade, como banheiros de estação? O crucifixo, na parede de uma repartição, seria, nessa perspectiva, um atropelo à equidade, um agravo à Constituição e à Justiça. Remova-se, então. Mas tenha-se a coragem de assumir perante a história o registro do que foi feito: preserve-se o prego! Preserve-se o prego para que todos reconheçam o extraordinário serviço prestado. Para que todos saibam que ali havia um crucifixo, e que ele foi removido por abusivo, ofensivo, intolerável às almas sensíveis que, em nome da Justiça, se mobilizaram contra ele.
Observe de onde procedem os ataques aos crucifixos. Nem todos os que tocam nessas bandas são contra os crucifixos e nem todos o são por malícia. Mas todos os que se opõem aos crucifixos tocam nessas bandas. Tocam numa certa esquerda e numa certa direita. Ajudam-se mutuamente no processo de destruição dos valores. A cara da utopia da igualdade é o focinho da utopia da liberdade sem limites. Quando discorrem sobre seus motivos em relação aos crucifixos, transmitem a ideia de estarem jungidas a um imperativo constitucional – o Estado, mesmo não sendo ateu, é laico. Não tem religião própria. E os ingênuos abanam a cabeça em concordância: afinal, se há lugar para um crucifixo, por que não revestir as paredes com os símbolos de todas as outras religiões e crenças existentes? Ou tem para todos, ou não tem para ninguém. Com tanta coisa contra que lutar, escalam como adversário Jesus de Nazaré…
O crucifixo na parede da repartição não é peça publicitária. Não é elemento de proselitismo religioso. Não transforma o espaço em local de culto. É referência a um patrimônio de valores universais sem similar na iconografia humana: amor a Deus e ao próximo mesmo se inimigo, solidariedade, justiça, misericórdia, paz. Se tirar o crucifixo, fica o prego.
Por outro lado, percebam todos ou não, a mobilização pela remoção é apenas mais um ato da longa empreitada do relativismo, do hedonismo e do materialismo visando à deliberada destruição das bases da civilização ocidental. Apenas mais um gesto. Querem a prova?
O mesmo argumento que pretende a remoção do crucifixo (o mesmíssimo argumento!) quer silenciar os cristãos sempre que se debatem aspectos morais de propostas legislativas ou decisões judiciais. “O estado é laico e os argumentos baseados numa moral de origem religiosa não podem ser admitidos!”, proclamam com enfatuada sabedoria. Ou seja, admitem-se nos debates as opiniões de ateus, de movimentos sociais, de sindicatos, de homossexuais, de partidos políticos, de endinheiradas ONGs, do que for. Admite-se opiniões do Além, psicografadas. Vale, até, opinião de quem não tem moral alguma.Mas não se toleram opiniões coincidentes ou fundadas na moral cristã. Pasmem os leitores: com esses argumentos de almanaque, com essa lógica de gibi, se consideram gênios da retórica, porta-estandartes da equidade. E não faltam ingênuos para aderir a essa conversa mole!
No entanto, saibam quantos lerem este artigo: o comunismo, ao refletir sobre suas dificuldades para expandir-se na Europa Ocidental, concluiu que seus maiores obstáculos estavam propostos pelas bases cristãs da cultura vigente. Desde então tem sido o que se viu. E só não percebe quem não se importa em servir de pomba para a refeição dos gaviões.

Percival Puggina

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Ideologia de Gênero: Revolução Semântica e a experiência, estilo Auschwitz, de John Money.


Segundo os defensores da Ideologia de Gênero, nós não nascemos homem ou mulher, a diferenciação sexual seria apenas um acidente anatômico que “convencionalmente” são tidos como masculinos ou femininos. Nossa “suposta” identidade sexual é, para eles, uma mera imposição do ambiente em que fomos educados.
Ideologia de Gênero, se já não for, certamente será a principal bandeira revolucionária. Diversos países já estão aprovando leis ou adotando políticas inspiradas nessa corrente ideológica.
(Foto ao lado: Dr. John Money, psicólogo e adepto da “Ideologia de Gênero” que fez uma das experiências médicas mais monstruosas da História do século XX)
Exemplos não faltam. A difusão no mundo inteiro dessa ideologia começou na IV Conferência Mundial da ONU sobre a Mulher em Pequim -1995.
Neste ano, na França, o Ministério da Educação introduziu nas aulas de ciências naturais o tema.
No Canadá os termos pai e mãe foram substituídos por “fornecedores de energias genéticas” e na Espanha por “progenitor A” e “progenitor B”.
Uma escola na Suécia proibiu que seus funcionários tratassem as crianças como meninos ou meninas.
Na 55ª sessão da Comissão sobre o Status da Mulher, do Conselho Econômico e Social da ONU, acrescentou-se um novo parágrafo preambular no relatório definindo gênero conforme essa ideologia. Enfim, entre muitos outros exemplos, no Brasil, com o PNDH-3, o governo visa “desconstruir a heteronormatividade”.

Revolução Semântica

Nas aulas básicas de português, aprendemos que gênero é a classificação de masculino ou feminino a uma classe gramatical. Mas para os defensores da Ideologia de Gênero o termo é esvaziado de seu conteúdo  conhecido e adquire outro de cunho ideológico. Para eles, gênero indica que o ser humano nasce sem sexualidade biológica e psicológica definida.
Essa instrumentalização das palavras, em que seus conceitos são redesenhados para atingir metas ideológicas ou políticas, sem que o leitor incauto seja avisado, trata-se de uma verdadeira “Revolução Semântica”.
A engenharia lexical revolucionária tem trabalhado muito nestes últimos tempos, não só modificando o sentido das palavras (ex.: paz, democracia, justiça, elite, povo), como cunhando outras (homofobia, heteronormatividade, gay, homoafetividade) que são usadas como poderosas armas psicológicas para a tentar mudar a mentalidade da opinião pública.

História de uma monstruosa experiência médica

Brian e Bruce no colo de sua mãe
Janet Reimer
Na década de 1960, na Universidade de Johns Hopkins(Baltimore, EUA), o neozelandês Dr. John Money – ardoroso defensor dos casamentos “abertos”, da prática do sexo grupal e bissexual, do incesto e da pedofilia – defendia exatamente essa tese de gênero.
Em 1965, na cidade de Winnipeg, EUA, o jovem casal Janet e John Reimer tiveram dois filhos, gêmeos univitelinos, Brian e Bruce. Aos oito meses de idade, os meninos foram submetidos a uma má cirurgia de circuncisão, em que foi usado, por razões não explicadas, não um bisturi, mas uma agulha de eletrocauterização, que ocasionou a perda completa do órgão genital de Brian.
Os pais procuraram, então, o psicólogo Dr. John Money, que haviam visto em uma entrevista afirmando que os bebês nasciam sexualmente neutros e que a identidade masculina ou feminina era definida exclusivamente pelo modo com que fossem educados. Essa estranha tese pareceu aos ouvidos do casal como uma solução para o problema de Brian.
John Money viu no caso de gêmeos univitelinos a oportunidade perfeita para sua sinistra experiência. Brian seria transformado em uma menina, enquanto que Bruce permaneceria homem e serviria como elemento de comparação. Indicou, então, ao jovem casal a cirurgia para a mudança de sexo de Brian, a quem os pais passaram a chamar de “Brenda”.
Depois que voltou a ser menino,
Brian adotou o nome de
Dadiv Reimer. Acima, “Brenda”
Dr. Money também recomendou aos pais que tratassem sempre Brian como uma menina e nunca contassem nada aos dois filhos, enquanto que John Money acompanharia o desenvolvimento das duas crianças.
Segundo diversas publicações de Money, como em seu conhecido livro Man & Woman, Boy & Girl, a experiência tinha sido um sucesso: Bruce “era um menino forte e levado”; “Brenda”, sua “irmã”, “era uma doce menininha”. Money ganhou fama com esse êxito e a revista TIME publicou uma longa matéria sobre isso.
Mas depois de algum tempo o próprio Money não tocou mais no assunto e isso chamou a atenção de Dr. Milton Diamond, da Universidade do Havaí, que escreveu um artigo, em coautoria com Keith Sigmundson, mostrando uma realidade bem diferente da versão de Money.
Dr. Milton descobriu que “Brenda” se rebelava contra as vestes femininas desde os dois anos de idade, não gostava de brincar com bonecas preferindo os brinquedos do irmão, tinha um comportamento visivelmente masculino no ambiente escolar e dizia constantemente aos pais que não se sentia uma menina. Mas estes tentavam convencer a pobre criança de que se tratava apenas de uma “fase” difícil na vida dela que logo passaria. A mãe certa vez tentara suicidar-se pela situação causada e acabou ficando depressiva.
Ao final, John Money desapareceu da vida dessas pessoas e o pai acabou revelando toda a verdade a Brian, que então contava com 14 anos de idade. Buscaram apoio médico, fizeram inúmeras cirurgias para reverter a situação e então o menino passou a ter uma vida masculina normal, trocou o nome para Dadiv e casou-se com uma bondosa moça.
Mas, apesar disso, era difícil normalizar a vida. Brian tentou suicidar-se, a primeira vez aos 20 anos, o pai dele virou alcoólatra e o irmão começou a usar drogas. Sua esposa o abandonou depois de 14 anos por não suportar mais o estado depressivo constante de Brian. Seu irmão, em 2001, se suicidou com medicamentos.
Brian, ruído por um sentimento de culpa que ele não teria que ter, atribuiu a morte do irmão como consequência do que se passou em sua vida.
Em 2003, aos 38 anos, Brian matou-se com um tiro poucos dias depois do abandono da esposa.
Até então, Dr. John Money continuava na Universidade Johns Hopkin e, pelo “sucesso” de sua experiência divulgada na grande mídia, procedimentos cirúrgicos análogos foram feitos em outros bebês.
Esse é o resultado da Ideologia de Gênero.
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Referência:
TELLES, Sérgio, “O caso de David Reimer e a questão da identidade de gênero”, IN International Journal of Phychiatry, Julho de 2004. Disponível em:  http://www.polbr.med.br/ano04/psi0604.php – acessado em 21/10/2011.
LODI, Pe. Luiz Carlos, “Gênero: que é isso?”,Disponível em: http://www.providaanapolis.org.br/genero.htm – Acessado em 21/10/2011.

A força do “um só” que sabe o que quer e sabe também o que não quer.


novembro 1st, 2011
Uma campanha publicitária da marca de desodorante Axe teve a veiculação proibida na África do Sul após a reclamação de um único telespectador.
Segundo o site “AdFreak”, a campanha que mostra anjos renunciando à vida eterna em troca do desodorante foi cancelada pois poderia ofender os cristãos.
Na decisão de proibir a veiculação do comercial no país, o órgão regulador na África do Sul alegou que “o problema não são os anjos usados no comercial, mas sim por renunciarem seu estado celestial para atender desejos mortais”.
A mesma propaganda foi veiculada no Brasil este ano.
Aqui, nada aconteceu..