terça-feira, 20 de dezembro de 2011

A Igreja aceita a “legitima defesa” e, “se for o caso”, matar o agressor?


Fonte: A Caminho
A Igreja NÃO é a favor da pena de morte, como querem alguns, nem absolutamente CONTRA como querem outros. Com isso não quero dizer que a Igreja está em cima do muro. Não, a sua posição é clara, e bastante conhecida, como repetirei mais abaixo. A Igreja existe para salvar almas, o que a leva a agir na sociedade, aplicando seu juízo moral, segundo o direito natural e a doutrina revelada.

Matar sempre é um mal moral. Mas pode ser considerado mal menor em diversos casos. Por isso, está aberta a possibilidade de se admitir “em caso de extrema gravidade, a pena de morte”.
Observe então que “caso de extrema gravidade”, “depois de esgotados todos os meios”, são casos extraordinários que não podem ser regulados por nenhuma instância. Isto é, a sociedade não pode querer a pena de morte. Mas pode admitir que ocorra em certos casos não previstos, em caráter de urgência. A regulamentação ou defesa da pena de morte faz com que ela passe de extraordinária a ordinária, premeditada, prevista.

Por isso o Catecismo, os Santos Doutores e os Papas deixam aberta a possibilidade de tal pena; porque sabem que se não houver outro recurso, é o último a ser usado. Na sociedade atual, não se pode prever um caso em que seria justo condenar alguém à morte. Por exemplo, um caso conhecido, Sadam Hussein. O criminoso já estava preso, por si não poderia fugir e ninguém mais estaria disposto a lutar por ou com ele. A Igreja foi pronunciou-se (através da Sala de Imprensa, que não fala em nome do Magistério, mas do Papa) contra a execução (e não houve retratação deste pronunciamento, como era de se esperar, se estivesse equivocado).
Outros casos, como Bin Laden e Gaddafi, aparentemente mortos durante operação de captura, a Igreja não se pronunciou contra a morte dos mesmos, a não ser pela utilização das imagens como espetáculo de morte, vingança e violência.

Na perspectiva dos Santos, vale lembrar que mais vale a vida eterna que a vida mortal. E que o pecador pode, por meios só conhecidos e oferecidos pela Divina Misericórdia, se salvar mesmo no seu último instante, sendo-lhe oferecida a oportunidade de purificação póstuma. Matar um corpo não mata a alma.
Por isso, não é o pior dos males. Neste debate, vê-se que a emotividade ou os interesses políticos substituem a verdadeira consciência. A questão está muito facilmente fechada pelo Magistério da Igreja, e não cabe ao fiel cristão fazer militância pró ou contra.
Para terminar deixo as palavras do Magistério, que não necessitam muito esforço de interpretação:
Catecismo da Igreja Católica: “2263. A defesa legítima das pessoas e das sociedades não é uma exceção à proibição de matar o inocente que constitui o homicídio voluntário. «Do ato de defesa pode seguir-se um duplo efeito: um, a conservação da própria vida; outro, a morte do agressor» (39). «Nada impede que um ato possa ter dois efeitos, dos quais só um esteja na intenção, estando o outro para além da intenção» (40).
2264. O amor para consigo mesmo permanece um princípio fundamental de moralidade. E, portanto, legítimo fazer respeitar o seu próprio direito à vida. Quem defende a sua vida não é réu de homicídio, mesmo que se veja constrangido a desferir sobre o agressor um golpe mortal: «Se, para nos defendermos, usarmos duma violência maior do que a necessária, isso será ilícito. Mas se repelirmos a violência com moderação, isso será lícito [...]. E não é necessário à salvação que se deixe de praticar tal acto de defesa moderada para evitar a morte do outro: porque se está mais obrigado a velar pela própria vida do que pela alheia» (41).
2265. A legítima defesa pode ser não somente um direito, mas até um grave dever para aquele que é responsável pela vida de outrem. Defender o bem comum implica colocar o agressor injusto na impossibilidade de fazer mal. É por esta razão que os detentores legítimos da autoridade têm o direito de recorrer mesmo às armas para repelir os agressores da comunidade civil confiada à sua responsabilidade.
2266. O esforço do Estado em reprimir a difusão de comportamentos que lesam os direitos humanos e as regras fundamentais da convivência civil, corresponde a uma exigência de preservar o bem comum. É direito e dever da autoridade pública legítima infligir penas proporcionadas à gravidade do delito. A pena tem como primeiro objetivo reparar a desordem introduzida pela culpa. Quando esta pena é voluntariamente aceite pelo culpado, adquire valor de expiação. A pena tem ainda como objetivo, para além da defesa da ordem pública e da protecção da segurança das pessoas, uma finalidade medicinal, posto que deve, na medida do possível, contribuir para a emenda do culpado.
2267. A doutrina tradicional da Igreja, desde que não haja a mínima dúvida acerca da identidade e da responsabilidade do culpado, não exclui o recurso à pena de morte, se for esta a única solução possível para defender eficazmente vidas humanas de um injusto agressor. Contudo, se processos não sangrentos bastarem para defender e proteger do agressor a segurança das pessoas, a autoridade deve servir-se somente desses processos, porquanto correspondem melhor às condições concretas do bem comum e são mais consentâneos com a dignidade da pessoa humana. Na verdade, nos nossos dias, devido às possibilidades de que dispõem os Estados para reprimir eficazmente o crime, tornando inofensivo quem o comete, sem com isso lhe retirar definitivamente a possibilidade de se redimir, os casos em que se torna absolutamente necessário suprimir o réu «são já muito raros, se não mesmo praticamente inexistentes» (42).”

Sério! Você faria parte dos 95%?

Dias antes do jogo entre Benfica e Sporting (1-0), em Portugal, a Coca-Cola decidiu pôr à prova a honestidade dos Torcedores.

No estádio da Luz, perto das bilheteiras, foi deixada uma carteira no chão com um cartão de sócio do Sporting e um bilhete para o jogo do sábado . O objetivo era verificar  se as pessoas iriam devolver a carteira ou ficar com ela.
95% das pessoas devolveram a carteira, atitude que foi filmada por várias câmeras ocultas.
Para recompensar a honestidade daqueles que não se deixaram tentar, a Coca-Cola ofereceu um bilhete para o jogo.
No sábado, antes do apito inicial, o vídeo foi exibido nas telas gigantes do estádio da Luz, perante os aplausos de mais de 60 mil pessoas.
Numa altura em que os portugueses se preparam para enfrentar inúmeras medidas de austeridade, a imagem traz esperança!



Malásia: Cristãos só podem entoar cantigas de natal com permissão da Polícia


ROMA, 19 Dez. 11 (ACI/EWTN Noticias) .- Os cristãos de duas igrejas da Malásia rechaçaram a exigência da Polícia, que através de uma nota, informou que só poderão cantar canções de natal em templos e lares com autorização.

Conforme informou esta quinta-feira a agência Fides, duas igrejas de Klang, nos subúrbios de Kuala Lumpur (Malásia), receberam uma nota da Polícia pedindo nomes e dados das pessoas que cantam canções de natal, já que, segundo as autoridades, requer-se uma autorização prévia para poder fazê-lo dentro dos seus templos e lares.

O Presidente da Conferência Episcopal, Dom Paul Tan Chee Ing, disse à Fides que se a Polícia segue exigindo "estes requisitos burocráticos", o país estará em "um estado policial".

Nesse sentido, o diretor do semanário diocesano "Herald", Pe. Andrew Lawrence, explicou à agência vaticana que o ocorrido "é uma interpretação estrita das normas vigentes sobre o exercício de atividades de culto e a liberdade de religião. A polícia tem uma confusão total. Depois dos protestos dos cristãos, os representantes do governo negaram a necessidade deste tipo de autorizações".

Entretanto, fontes da Fides vêem razões políticas e eleitorais atrás disto.

As fontes indicaram que o primeiro-ministro Najib Razak sustentou as esperanças da sociedade ao prometer a derrogação de leis odiadas pela população, como a Lei de Segurança Interna (ISA), apresentada na Malásia depois da independência da Grã-Bretanha em 1957.

Esta lei permite deter sem julgamento e impõe limites à imprensa e aos direitos de reunião. O documento, conforme o prometido pelo Governo, deveria ter sido substituído por uma nova lei em 2011, desenhada para alinhar a Malásia com as normas internacionais.

O governo, dizem as fontes da Agência Fides na Malásia, pronunciou-se com o fim de tranqüilizar a população depois das manifestações do movimento "Bersih 2.0" (que significa "limpeza"), registrados no Kuala Lumpur em julho e que pediam "transparência e direitos".
Entretanto, um novo projeto de lei denominado "Lei de reunião pacífica", que regula o exercício do direito de reunião e manifestação, aprovado pela câmara baixa do Parlamento, atribui mais poder e controle ao executivo e à Polícia.

Isto provocou protestos até mesmo entre outras minorias religiosas Budismo, Hinduísmo, Taoísmo e outras, pois a medida estabelece expressamente que "os lugares onde as reuniões podem ser mantidas também são lugares de culto".

Segundo Teresa Mok, secretária nacional do Partido de Ação Democrática, as novas normas são "um abuso de poder por parte das autoridades" e "uma tentativa de violar a liberdade religiosa".

O mundo inteiro espera a resposta de Maria

Ouviste ó Virgem, que vais conceber e dar à luz um filho, não por obra de homem – tu ouviste – mas do Espírito Santo. O Anjo espera tua resposta: já é tempo de voltar para Deus que o enviou. Também nós, Senhora, miseravelmente esmagados por uma sentença de condenação, esperamos tua palavra de misericórdia.
Eis que te é oferecido o preço de nossa salvação; se consentes, seremos livres. Todos fomos criados pelo Verbo eterno, mas caímos na morte; com uma breve resposta tua seremos recriados e novamente chamados à vida.
Ó Virgem cheia de bondade, o pobre Adão, expulso do paraíso com a sua mísera descendência, implora a tua resposta; Abraão a implora, Davi a implora. Os outros patriarcas, teus antepassados, que também habitam a região da sombra da morte, suplicam esta resposta. O mundo inteiro a espera, prostrado aos teus pés.
E não é sem razão, pois de tua palavra depende o alívio dos infelizes, a redenção dos cativos, a liberdade dos condenados, enfim, a salvação de todos os filhos de Adão, de toda a tua raça.
Apressa-te, ó Virgem, em dar a tua resposta; responde sem demora ao Anjo, ou melhor, responde ao Senhor por meio do Anjo. Pronuncia uma palavra e recebe a Palavra; profere a tua palavra e concebe a Palavra de Deus; dize uma palavra passageira e abraça a Palavra eterna.
Por que demoras? Por que hesitas? Crê, consente, recebe. Que tua humildade se encha de coragem, tua modéstia de confiança. De modo algum convém que tua simplicidade virginal esqueça a prudência. Neste encontro único, porém, Virgem prudente, não temas a presunção. Pois, se tua modéstia no silêncio foi agradável a Deus, mais necessário é agora mostrar tua piedade pela palavra.
Abre ó Virgem santa, teu coração à fé, teus lábios ao consentimento, teu seio ao Criador. Eis que o Desejado de todas as nações bate à tua porta. Ah! Se tardas e ele passa, começarás novamente a procurar com lágrimas aquele que teu coração ama! Levanta-te, corre, abre. Levanta-te pela fé, corre pela entrega a Deus, abre pelo consentimento. Eis aqui, diz a Virgem, a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra (cf. Lc 1,38).
São Bernardoabade e doutor da Igreja, séc. XII.
(Das Homilias em louvor da Virgem Mãe, Hom. 4,8-9: Opera omnia, Edit. Cisterc. 4 [1966], 53-54).
Lembra da matéria Você conhece os personagens do Advento? Clique aqui e leia novamente e veja o papel desta Mulher extraordinária que foi e é Maria de Nazaré, seu sim mudou a história da humanidade abriu as portas da Salvação para todos os homens de boa vontade. Que a Virgem Maria nos ensine a ser dóceis e obedientes aos planos de Deus: “faça-se em mim segundo a tua Vontade!”.
Prefácio do Advento II-A (Maria, a nova Eva).
Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Nós vos louvamos, bendizemos e glorificamos pelo mistério da virgem Maria, mãe de Deus. Do antigo adversário nos veio à desgraça, mas do seio virginal da Filha de Sião germinou aquele que nos alimenta com o pão do céu e garante para todo o gênero humano a salvação e a paz. Em Maria, é-nos dada de novo a graça que por Eva tínhamos perdido. Em Maria, mãe de todos os seres humanos, a maternidade, livre do pecado e da morte, se abre para uma nova vida. Se grande era a nossa culpa, bem maior se apresenta à divina misericórdia em Jesus Cristo, nosso salvador. Por isso, enquanto esperamos sua chegada, unidos aos anjos e a todos os santos, cheios de esperança e alegria, nós vos louvamos, cantando (dizendo) a uma só voz…
A vossa proteção recorremos Santa Mãe de Deus. Não desprezais as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos ó Virgem gloriosa e bendita.
Oração: Senhor Deus, ao anuncio do Anjo, a Virgem Imaculada acolheu vosso Verbo inefável e, como habitação da divindade, foi inundada pela luz do Espírito Santo. Concedei que ao seu exemplo, abracemos humildemente a vossa vontade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém
Natal feliz é Natal com Cristo!
Padre Luizinho, Com. Canção Nova.twitter.com/padreluizinho

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Assuma e divulgue esta campanha!

O batismo no Espírito existe para que vivamos nele

É preciso orar. A promessa de Deus para nós só se realizará se rezarmos sem cessar. Oração particular e também feita em comunidade. Deixe o Espírito Santo orar em você, ore em línguas, mas também com suas palavras. Faça como diz São Paulo: “Então, o que concluir? Vou orar com meu espírito, e orar também com minha mente” (I Cor 14,15a).

É preciso participarmos de um grupo com o qual rezemos: um grupo fortemente carismático. É preciso este clima, esse forno do Espírito Santo. O batismo no Espírito existe para que vivamos nele, para que a mudança de coração e de vida aconteça, para que a obra nova – o homem novo, a mulher nova – aconteça em cada um de nós.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

(Trecho do livro "O Espírito sopra onde quer" de monsenhor Jonas Abib)

Homilia Diária - 14.12.2011 - "Oração, meio necessário para vencer as dúvidas que assolam a alma".

João Batista é um crente em Deus, que vive para Ele, sempre aberto, disponível às Suas iniciativas. Por isso, sabe reconhecê-Lo no misterioso Homem da Galileia que vem se fazer batizar por ele, no Jordão: Jesus de Nazaré.

Contudo, na escuridão da prisão de Herodes, João Batista é invadido pelo medo, pela tristeza, pela dúvida: “Ter-me-ei enganado ao ver em Jesus o Cordeiro de Deus?” Mas a sua fé é grande. Em vez de pô-la em discussão, manda embaixadores a Jesus, pedindo luz para compreender a situação. Torna-se, pois, ainda mais pobre, fazendo-se a simples interrogação: “És Tu o que está para vir, ou devemos esperar outro?”
Jesus responde aos embaixadores apontando as obras que anda a fazer. Não apenas os milagres que dão testemunho d’Ele, mas o que eles significam. São sinais de que começou uma nova humanidade, que sabe acolher a Palavra de Deus, ver as maravilhas que Ele faz e caminhar pelos Seus caminhos: “a Boa Nova é anunciada aos pobres”.
O estilo paradoxal da ação de Deus – em Jesus – não escandalizará um pobre prisioneiro, como é João. Pelo contrário, torná-lo-á muito “feliz”. Embora tenha anunciado a vinda de Jesus, o próprio João Batista teve dificuldade de reconhecê-Lo. Com a chegada do Messias, o mundo não se acabou, como proclamava João. Ele não se apresentou como um juiz severo, como fora anunciado; antes se caracterizou por Sua mansidão e humildade de coração.
Sua pregação não visava incutir medo e levar à conversão a qualquer custo, mas tentava avivar a chama do amor no coração dos pobres e sofredores. Além do mais, João estava no cárcere, e Jesus não o havia libertado, como se esperava do Messias, libertador dos prisioneiros. Eis porque sentiu a necessidade de mandar seus discípulos para interrogarem a Jesus sobre Sua identidade.
A resposta de Cristo colocou João e Seus discípulos diante de um exercício de discernimento. Eles foram confrontados com os gestos prodigiosos de Jesus e tinham o testemunho da cura de cegos, coxos, leprosos, surdos e de mortos que haviam sido ressuscitado. Enfim, os pobres estavam sendo evangelizados. Interpretando estas ações de Jesus, a partir de textos dos antigos profetas, não era possível pôr em dúvida a condição d’Ele de Messias. Todo o agir do Senhor inspirava-se nas profecias messiânicas e Seus gestos comprovavam Sua identidade. Diante dos milagres de Jesus Nazareno, era necessário, porém, ter a coragem de reconhecer sua condição de Filho de Deus.
“Destilai, ó céus, lá das alturas o orvalho, e que as nuvens façam chover a justiça”. Isaías oferece-nos, hoje, uma aclamação que traduz perfeitamente o estado de alma de quem vive o Advento. Por isso é que a Igreja a repete tantas vezes na sua oração durante esse tempo litúrgico. O profeta manifesta o desejo de uma intervenção divina, porque está convencido de que a justiça e a salvação só podem vir de Deus. Ao contrário de tantos outros textos, nos quais a intervenção de Deus é comparada a uma tremenda batalha contra os maus, aqui é comparada a um calmo e benéfico orvalho, ao mistério de uma chuva fecunda.
São imagens adequadas ao mistério da Encarnação, que não se realizou de modo estridente, mas com infinita discrição, na “sombra” do Espírito Santo. À intervenção divina deve corresponder a nossa discreta disponibilidade: “Abra-se a terra!” E a terra abriu-se, quando a Virgem de Nazaré deu o seu “sim”: “Eis a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38).
O Evangelho de hoje apresenta-nos João rendido a Cristo, dando testemunho d’Ele com a sua vida. João é também “terra aberta” ao Verbo de Deus feito Homem, um verdadeiro disponível, um verdadeiro “pobre de Deus”, a quem Jesus proclama bem-aventurado. O Batista é a imagem do crente que caminha na paciência e que está sempre disponível a reformular as suas expectativas diante do imprevisível estilo da vinda de Deus. Assim, vai aprofundando sua esperança até o supremo testemunho do sangue.
João Batista ensina-nos que, mesmo a fé mais forte e sincera, pode coexistir com a dúvida e que a maneira de vencer essa dúvida é a oração. Renunciando a pôr em causa a promessa de Deus e revendo os nossos modos limitados de ver a promessa divina e de esperar a sua realização, encontramos a paz.
Padre Bantu Mendonça

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

"O que os professores realmente querem dizer aos pais".


Veja
O segundo artigo mais compartilhado em 2011 por usuários americanos do Facebook foi escrito por um professor, Ron Clark (o primeiro trazia fotos da usina de Fukushima). Mais de 600.000 pessoas curtiram o texto na rede, escrito a pedido da rede de TV CNN e entitulado “O que os professores realmente querem dizer aos pais”.O artigo descreve um cenário de guerra, travada entre pais e professores.
Na visão de Clark, os pais vêm transferindo suas responsabilidades para a escola, sem, contudo, aceitar que seus filhos se submetam de fato às regras da instituição. Por isso, assim que surge a primeira nota vermelha ou uma advertência, invadem a sala de aula culpando os professores – a pretexto de preservar a reputação e o orgulho de seus filhos.
Clark conhece sua profissão. Aos 39 anos, vinte deles dedicados à carreira, o americano já lecionou na zona rural da Carolina do Norte, nos subúrbios de Nova York e atualmente comanda uma escola modelo no estado da Geórgia que oferece treinamento a educadores. Graças à função, manteve, desde 2007, contato com cerca de 10.000 educadores de diversas partes do mundo, incluindo brasileiros.
Em seu artigo, o senhor fala de um ambiente escolar em que pais e professores não se entendem mais. O que tornou a situação insustentável, como o senhor descreve?
A sociedade se transformou. Hoje, vemos pais muito jovens, temos adolescentes que se veem obrigados a criar uma criança sem ao menos estarem preparados para isso. São pessoas imaturas. Por outro lado, temos famílias abastadas, em que pais trabalham fora e são bem-sucedidos profissionalmente. Pela falta de tempo para lidar com os filhos, empurram toda a responsabilidade da educação para a escola, mas querem ditar as regras da instituição. Ou seja, eles querem que a escola eduque, mas não dão autonomia a ela.
Que tipo de comportamento dos pais irrita os professores?
Acho que o ponto principal são as desculpas que os pais criam para livrar os filhos das punições que a escola prevê. Se um aluno tira nota baixa, por exemplo, ou deixa de entregar um trabalho, os pais vão à escola e descarregam todo tipo de desculpa: dizem que o filho precisava se divertir, que a escola é muito rigorosa ou que a criança está passando por um momento difícil. Ou, ainda, culpam os professores, dizendo que eles não são capazes de ensinar a matéria. Mas nunca culpam seus próprios filhos. É muito frustrante para os professores ver que os pais não querem assumir suas responsabilidades.
Problemas com notas são bastante frequentes?
Sim. Certa vez tive uma aluna que estava indo mal em matemática. A mãe dela justificou-se dizendo que, na escola em que a filha estudara antes, ela só tirava boas notas, sugerindo, assim, que o problema éramos nós, os novos professores. Infelizmente, essa ideia se instalou na nossa sociedade. Se a nota é boa, o mérito é do aluno; se é baixa, o problema está com o professor. E quando as notas ruins surgem, os pais ficam furiosos com os professores. O resultado disso é que muitos profissionais estão evitando dar nota baixa para não entrar em rota de colisão com os pais, que nos Estados Unidos chegam a levar advogados para intimidar a escola.
Os pais poupam os filhos de lidar com fracassos?
Hoje, existe uma preocupação grande com a autoestima da criança. Por isso, muitas pessoas se veem obrigadas a dizer aos pequenos que eles fizeram um ótimo trabalho e que são brilhantes, mesmo quando isso não é verdade. Essas crianças deixam de aprender que é preciso se esforçar muito para conseguir bons resultados. No futuro, elas não terão sucesso porque, em nenhum momento, exigiu-se excelência delas. Precisamos estar mais atentos à excelência acadêmica e menos preocupados com a autoestima das crianças.
Que conselho o senhor dá aos professores?
É possível evitar que os pais surtem diante de notas ruins e do mau comportamento dos filhos se for construída uma relação de confiança. Em vez  de só procurar os pais quando as crianças vão mal na escola, oriento que os professores conversem com os responsáveis também quando a criança vai bem. Na minha escola, procuro conhecer os pais de todos os meus alunos. Procuro encontrá-los com frequência e envio cartas a eles com boas notícias. Assim, quando tenho que dizer que a criança não está rendendo o esperado, eles me darão credibilidade e confiarão na minha avaliação.
É possível determinar quando termina a responsabilidade dos pais e começa a da escola?
As duas partes precisam trabalhar em conjunto. Os pais precisam da escola e a escola precisa do apoio da família para realizar um bom trabalho. Um conselho que sempre dou aos pais é que nunca falem mal da instituição de ensino ou do professor na frente dos filhos. Se a criança ouve os próprios pais desmerecerem seus mestres, perde o respeito por eles. O contrário também é verdadeiro. Os professores precisam respeitar os pais, porque eles são parte fundamental na educação de uma criança.
Em algumas situações a discussão sobre responsabilidades da família e da escola surge com muita força. Em casos de bullying, por exemplo, pais e professores trocam acusações. Sobre quem recai a maior parte da responsabilidade nesses casos?
A minha resposta novamente é que precisamos trabalhar em conjunto. Quando o bullying acontece na escola, é obrigação dos professores intervir imediatamente. Mas muitos não agem assim porque querem evitar conflitos com os pais. E isso é muito grave. O bullying está devastando nossas crianças. Precisamos combatê-lo.
Para que os professores tenham liberdade para agir, precisam do apoio dos pais. Mas você sabe o que acontece? Muitas vezes, quando os pais são chamados na escola para serem alertados de que seu filho está praticando bullying contra um colega de classe, o que ouvimos é: “Mas qual o problema disso? Tenho certeza de que outros colegas também zombam do meu filho e ele não se sente mal por isso.” Mais uma vez, vemos os pais se esquivando da responsabilidade.
A que o senhor atribui o sucesso do artigo que estourou no Facebook?
Eu escrevi o que todos os professores tinham vontade de dizer aos pais, mas não podiam dizer, porque isso os enfureceria. O que eu fiz foi dar voz a milhões de profissionais. Fiquei sabendo que muitas escolas imprimiram o texto e enviaram uma cópia a cada família. Na internet, pessoas de outros países também compartilharam a minha mensagem.
O senhor criou uma escola modelo, a Ron Clark Academy. Como é a relação de seus professores com os pais?
Procuramos estabelecer uma relação próxima. Como eu disse, estamos constantemente em contato com os pais, nos bons e nos maus momentos. Também promovemos encontros semanalmente, nos quais ofereço aos pais a oportunidade de assistir a uma aula na escola, destinada exclusivamente a eles, para que acompanhem o que está sendo ensinado a seus filhos. Ou seja, trabalhamos muito para conquistar uma relação harmônica. Não estou dizendo que é fácil lidar com os pais. Alguns deles podem ser bem malucos.
O senhor, na sua escola, recebe professores de diversas partes dos Estados Unidos e tambem de outros países, como o Brasil. Além dos problemas de relacionamento com os pais, do que mais professores de todo o mundo reclamam?
As avaliações tiram o sono dos professores. Não sei exatamente como funciona no Brasil, mas nos Estados Unidos os professores são constantemente cobrados a melhorar o desempenho de suas escolas em testes padronizados. E todo o processo educacional passa a girar em torno de algumas provas. Isso é massacrante, para os alunos e para os professores. Os professores precisam de mais diversão na sala de aula.

O casamento está ficando “obsoleto”? Basta se "juntar"?


Notícias da Família

Esse foi o título de uma recente matéria de capa da revista Time sobre como a instituição do casamento mudou em décadas recentes.
Citando um estudo amplamente divulgado do Pew, a reportagem da Time disse que 40 por cento dos americanos creem que o casamento ficou obsoletoMas se o casamento se tornou obsoleto, então tais coisas como sociedades saudáveis logo serão obsoletas também.
Aliás, os custos econômicos e sociais da desintegração dos casamentos nos Estados Unidos são simplesmente descomunais.
Dois de nossos Centuriões, meus bons amigos e colegas Chuck Stetson e Sheila Weber, lançaram uma campanha nacional chamada “Let’s Strengthen Marriage” (Vamos fortalecer o casamento), para reconstruir uma cultura de casamento aqui nos EUA e no mundo inteiro.
Eis apenas alguns dos fatos que eles coletaram:Em termos econômicos, o divórcio e ter filhos fora do casamento custam por ano pelo menos 112 bilhões de dólares aos contribuintes americanos do imposto de renda e aumentam significativamente os índices de pobreza de mães e filhos.
Mães casadas têm índices mais baixos de depressão do que mães solteiras ou amigadas
O custo social é imenso — como construir prisões. A vasta maioria dos homens e mulheres que tenho visitado atrás das grades veio de lares despedaçados ou cresceram sem um pai em suas vidas. Em 2009, a Califórnia comprovou que não dá para se construir cadeias em rapidez suficiente para alojar esses homens e mulheres quando um comitê de três juízes ordenou que o estado soltasse 27 por cento de seus presos devido à superlotação.
Como se isso não fosse ruim o suficiente, o declínio do casamento não prenuncia boas coisas para o futuro. Os índices de declínio do casamento levam a índices de declínio da fertilidade. E muitos países ocidentais, sem mencionar o Japão e a China, estarão lidando com uma situação economicamente insustentável na metade do século. Eles terão metade dos trabalhadores saudáveis e o dobro de pessoas com mais de 65 anos fora do mercado de trabalho. Quem vai pagar as dívidas do governo? Quem vai pagar as aposentadorias e saúde pública?
Considerando essas consequências desastrosas, como é que alguém pode sustentar com cara séria que o casamento não é tão importante?
Como é que a Igreja pode ficar de fora das questões importantes enquanto juízes e legisladores trabalham para redefinir a própria instituição do casamento?
Estamos no meio da Semana Nacional do Casamento 2011, Quero que você pense sobre o que você pode fazer para fortalecer não somente seu próprio casamento, mas também os casamentos em sua igreja e sua comunidade. Todos precisamos melhorar.
E pense sobre o que você pode fazer para fortalecer a cultura do casamento — principalmente na Igreja. Convença seu sacerdote a pregar sobre a importância do casamento. Incentive-o a instituir aulas de preparação de casamento para noivos e curso de enriquecimento de casamento para aqueles que já estão casados. E converse com seus filhos e com jovens adultos sobre o motivo por que o casamento é uma parte tão bela do plano de Deus para os homens e mulheres.
Você pode também dar uma olhada minuciosa na Campanha “Vamos fortalecer o Casamento” bem como outras organizações como Marriage Savers (Resgatadores do Casamento) que trabalham para fortalecer o casamento. Ali você encontrará um monte de recursos e contatos para ajudar você a começar.
A menos que comecemos a apoiar essa instituição que agora está frágil, estamos rumando para o colapso social e no final de tudo econômico.Por isso, na próxima vez que você ouvir alguém perguntando “Quem precisa do casamento?” você precisa lhe dizer: “Nós todos precisamos”.

O Papa senta em um “trono de ouro”? Veja a Verdade!



Fernando Nascimento
A imagem forjada ACIMA  para enganar tolos, foi hospedada neste link abaixo, e mostra uma 
foto do Papa no trono, colada maldosamente ao lado de outra foto onde uma criança come 
migalhas do chão:http://a1.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/318328_180951741988140_100002199467613_478259_555102286_n.jpg
A Verdade:
1- O Papa jamais poderia vender aquele trono, pois não lhe pertence, é patrimônio tombado 
da humanidade. O Papa fez voto de pobreza, o deslocado versículo bíblico usado alí não se
 lhe aplica.
2- O trono em que senta o Papa nunca foi de “ouro”. O trono é de madeira com cobertura 
de bronze dourado. Só os tolos pensam que tudo que reluz é ouro.
Gian Lorenzo Bernini , o maior escultor do século XVII e também um extraordinário arquiteto,
 em 1657 começou o Trono de São Pedro, ou Cathedra Petri, uma cobertura em bronze 
dourado do trono em madeira do papa, que foi terminada em 1666, ao mesmo tempo que
 realizava a colonata. Continuando os seus retratos em bustos de mármore, esculpiu em 
1650 um de Francisco I d’Este, duque de Modena.
Fonte: http://www.arqnet.pt/portal/biografias/bernini.html

Os embusteiros que visaram o falso testemunho juntando estas fotos, fariam melhor
 se pegassem a criança que come migalhas do chão e a levassem a Igreja Católica, a
 maior Obra Caritativa do Mundo
confira: http://cotidianoespiritual.blogspot.com/2011/10/igreja-catolica-maior-obra-caritativa.html
Doações do Papa aos  paísespobres:http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/corunum/corunum_po/profilo_po/doni_po.html
Missões de caridades da Igreja:http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/corunum/corunum_po/attivita_po/missioni

TV Record, mais uma vez, faz jornalismo tendencioso e “tenta” desqualificar Jornada Mundial da Juventude.


Alexsandro de Lima
Começo logo dizendo que não sou jornalista, esse tumblr é meu e não vim aqui pra ser imparcial. Tomo partido, tenho opnião e bato o pé! Recado dado, vamos aos fatos =)
Você já deve ter visto/escutado o burbrinho por causa de uma certa reportagem sobre a Jornada Mundial feita pela TV Record. Se ainda não viu, dá uma olhada no vídeo e depois continuamos o papo.
Reportagens tendenciosas e parciais temos em TODOS meios de informação. Até o conceituado (na minha opnião o melhor telejornal do Brasil) Jornal Nacional expõe sua opnião de maneira bem sutil, se você assistir com atenção vai perceber.
E a emissora de seu Edir não é diferente, sempre foi tendenciosa, sobretudo no que diz respeito a Igreja Católica. Este ano, por exemplo, a Jornada Mundial da Juventude foi ignorada pela emissora (veja mais aqui ). Seu Edir, na sua emissora, sempre fez e faz críticas a Rede Globo, a outras emissoras e até a protestantes que não comungam da doutrina da igreja universal (tudo minúsculo mesmo).
Na reportagem do vídeo acredito que eles tenham “esquecido” de citar que dinheiro público também é usado em manifestações protestantes (mais aqui e aqui ). Devem ter “esquecido” também que o Papa é um chefe de estado que estará visitando o Brasil. Preciso questionar o uso de verba pública para visitas de outros chefes de estado ao Brasil?
Se eventos como parada gay, rock’n rio, swu entre outros, tem “incentivo” do governo, por que pra Jornada não pode ser aprovada esta emenda?
Sem falar que a Jornada é um evento grandioso e muito rentável para o Brasil. A edição deste ano gerou 354 milhões de Euros (mais aqui ). Imagina a edição do Brasil que deve contar com mais de 4 milhões de jovens de todo o mundo?
Outra coisa que me impressiona muito é ver jornalistas, que saíram de boas escola práticas, se deixarem levar pelo $ e com isso quasem quebrarem o pescoço indicando o lado que tomam em suas reportagens. Tsc tsc tsc. É de verdade uma pena!
Todo esse falatório fez com que uma galera começasse nas redes sociais a campanha #BrasilSemTVRecord.
Não sou fundamentalista e nem sou de aderir qualquer campanha que aparece por aí, mas para pra pensar, o que é que você perde se não assistir a record? Pica-Pau? Você pode assistir tudo no youtube.
Como eu nunca dei ibope a tv record, nunca gostei do modo que eles tem de fazer tv eu entro nessa de cabeça!
E digo mais, porque só dia 16? Quando sento em frente a tv sempre uso essa tag e vou usar sempre. Repito, não apenas por esse fato, mas por todo o ” jeito record” de se fazer tv.

“A maioria dos cidadãos que contataram a central [do Senado] solicitou a rejeição do projeto [de Lei 122]”.


Jorge Ferraz
Esta notícia do site do Senado Federal fala sobre as manifestações dos cidadãos ocorridas na última quinta-feira (08/12), dia da votação do PLC 122. Não dá números, mas diz com todas as letras (grifos meus):
A audiência para análise do PLC 122/2006, projeto que criminaliza a homofobia, resultou em um número excepcional de manifestações no Alô Senado, nesta quinta-feira (8). A maioria dos cidadãos que contataram a central solicitou a rejeição do projeto. As justificativas apresentadas foram, na sua maioria, a orientação religiosa, a preservação dos direitos da família e a manutenção da liberdade de manifestação.
O site faz questão de destacar, imediatamente depois, que “[e]stas opiniões não podem, de forma alguma, ser extrapoladas para toda a população brasileira”. Mentira. Neste caso podem sim, porque vêm ao encontro do que dizem as pesquisas estatísticas sobre o assunto. Até quando nós vamos tolerar tranqüilamente que os nossos governantes (pretensamente democráticos!) imponham uma agenda que é frontalmente contrária aos costumes do povo brasileiro – costumes dos quais os cidadãos fazem questão de dizer explicitamente que não abrem mão?

O verdadeiro sentido do Advento


Tempo de penitência, mas com alegria predominante e não tristeza


Precisamos compreender o significado do Advento, que vem do gregoparusia, que significa presença, chegada, presença iniciada.

Nesse significado "presença iniciada de Deus", o Todo-poderoso dá início ao mistério da redenção com Sua presença. Presença de Deus no mundo que já começou e presença que apenas começou, não consumada, a qual vem para dissipar as trevas do mundo e dos nossos corações. A presença do Cristo no mundo como Salvador.

Advento, a vinda do Senhor, já começada. Para levar o cristão a não ficar preso àquilo que passou, mas Àquele que virá. Nosso olhar deve estar voltado para o Senhor que vem.

Neste mistério do Advento precisamos ter uma posição ativa diante do Senhor e em preparação para Cristo fazer parte da nossa vida e vir ao nosso encontro. São Bernardo nos ajuda a compreender este mistério quando diz: “Este mistério é a revelação do próprio Deus em suas perfeições. É o plano concreto de Deus para a salvação do homem e a restauração do mundo todo em Cristo. Este plano é visto, não como um projeto hipotético, mas sim como um fato atual. É o Reino de Deus entre nós este mistério só pode ser conhecido por aqueles que penetram n'Ele, que acham seu lugar no Cristo Místico e por isso encontram o mistério realizado e preenchido em si mesmo”.

Por isso, este tempo é de penitência, mas com alegria predominante e não tristeza. Com a espiritualidade da esperança. Tempo de vigilância com lâmpadas acesas e preparados para a grande parusia.

Tempo de procurar os valores eternos, caminho de humildade, sobriedade, lealdade a liturgia e firmes na fé.

É de recolhimento interior de compunção, princípio da conversão, uma transformação, a metanoia.

Padre Reinaldo Cazumbá ( @padrereinaldocn )
Missionário da Canção Nova